O património cultural, seja ele composto por documentos históricos, coleções museológicas ou espólios familiares, enfrenta o desafio constante do tempo. A degradação física é inevitável, mas a perda do conhecimento e da beleza não precisa de o ser. Com mais de 30 anos de experiência, o nosso estúdio lidera o setor da digitalização de alta resolução, combinando tecnologia de ponta com um respeito absoluto pela integridade de cada peça.

© Manuel Teixeira Fotografia – Museu Soares dos Reis
Porquê investir na Digitalização Profissional de Arquivos e Museus?
A transição do físico para o digital não é apenas uma questão de conveniência; é uma estratégia fundamental de conservação e democratização do acesso à cultura. No entanto, nem toda a digitalização é igual. Para instituições que gerem bens de elevado valor, o método de captura é crítico.
1. Preservação sem Contacto (Captura Fotográfica) Ao contrário dos scanners tradicionais, utilizamos sistemas de captura fotográfica aérea de alta performance. Este método garante que não existe contacto físico, pressão, fricção ou stress mecânico sobre os originais. É a solução ideal para manuscritos frágeis, pergaminhos, chapas de vidro e obras de arte com relevo.
2. O Padrão Ouro: Norma FADGI 4 A qualidade do nosso trabalho é medida por standards internacionais. Operamos sob a norma FADGI 4 (Federal Agencies Digital Guidelines Initiative), a classificação máxima de precisão e fidelidade utilizada pelas instituições mais prestigiadas do mundo, como o Rijksmuseum ou a Biblioteca do Congresso dos EUA. Isto garante que o ficheiro digital é uma cópia científica exata do original em termos de cor, geometria e detalhe.
3. Tecnologia Phase One de 150 Megapíxeis Equipados com sistemas de médio formato Phase One, conseguimos captar texturas e detalhes que escapam ao olho humano. Esta resolução permite não só o arquivo de segurança, mas também a reprodução em grandes formatos ou a análise técnica microscópica da obra.

Especialização Técnica em Documentação e Cartografia
Além da estética, focamo-nos no rigor. A digitalização de mapas, plantas e manuscritos exige um rigor geométrico absoluto. Os nossos processos garantem que as proporções originais são mantidas ao milímetro, algo essencial para investigadores e historiadores que dependem da exatidão dos dados.
Ficheiros de Conservação e Futuro
Entregamos o resultado final em formatos de alta densidade, como TIFF 16-bit, garantindo que os dados cromáticos estão totalmente preservados. Estes ficheiros servem dois propósitos fundamentais:
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Arquivo Histórico: Garantia de sobrevivência do espólio em caso de sinistro no original físico.
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Reprodução Giclée: Qualidade máxima para criação de réplicas ou catálogos de exposição.
